17.2.10

DUAS PRIORIDADES PARA PORTUGAL!


Preservar os burros "Equus asinus", o animal!

Acabar com os manhosos dos lobbys poderosos (eleitos por sufrágio...) que usam e abusam da República e dos seus cidadãos, com a única intenção de dar o salto para a Europa ou para as grandes empresas ou instituições, pelo mundo!

Enganar o povo e os burros, é prática que os espertos eleitos ou nomeados, já nos deram a conhecer há muito tempo. Não devemos por isso consentir a usurpação de nenhuma das duas "categorias" (nem o povo é burro, nem os burros são governadores de bancos...).

Pierrot le fou

Burros, links: 1, 2, 3
Manhosos e usurpadores da República: (basta ligar a televisão)

12.2.10

FACE OCULTA E PROVIDÊNCIA CAUTELAR À LIBERDADE!
(censura prévia?)
FELIZ CARNAVAL A TODOS


Ao abusar da "liberdade" em Portugal, quem violou mais os direitos dos cidadãos?
Jornais?
Governos?
Quem merece uma providência cautelar, por violação dos direitos dos cidadãos?
Jornais?
Governos?
Quem mentiu mais ao povo português?
Jornais?
Governos?

O que será mais grave?
Desobedecer a uma providência cautelar? (desobediência civil)

Violar a Constituição da República e ignorar os direitos dos cidadãos? (Constituição da República, ver aqui)

Jornal Sol e providência cautelar..., ver aqui

31.1.10

O SONHO INCOMPLETO já tem "um" final!
(continue a participar)

Convido os leitores do blog a finalizarem "O Sonho Incompleto"
Será publicado, junto do post original.
Não se esqueça de assinar o texto, se tiver um site ou blog, deixe o seu endereço URL.
Obrigado e boa imaginação...

Teve um sonho, tudo parecia sereno. As pessoas do guião nocturno que o seu inconsciente traçou, não tinham rosto, eram vultos errantes, que levitavam pelo espaço que a sua imaginação desenhara.
Viu paisagens sem horizonte, combinações de cores, num cenário nunca visto até então.
Por ele, passaram emoções exageradas, de prazer, curiosidade e interrogação, andou por estranhos caminhos, sem destino previsível.
Deslocou-se incansavelmente, pelo espantoso universo, de infinitas nuances benéficas para interpretação, conduzida pela sua impotência física, já que adormecida.
Cada sítio era diferente de outro já visitado, parecendo mesmo assim, dar continuação a outros planos já descobertos, na sua espantosa viagem.
Um ruído exterior perturba a dimensão em que se encontra, um som demasiado real, que relembra o lado banal já por ele conhecido. O repúdio pela simétrica e banal moral dos acordados, impede-o de regressar mas resiste à rotina das obrigações e... (ofereça um fim)

Pierrot le fou

(1ª participação)
Em pleno sonho, despertei bruscamente. Contrariada verifiquei que o meu sonho não tinha acabado e que era preciso adormecer de imediato, para continuar o sonho e tentar desenvencilhar o emaranhado de dados. Adormeci de novo. Ia de moto, a paisagem desfilava a tal velocidade que nada tinha forma perceptível. Percebi então que não se tratava de nenhuma moto mas sim dum avião supersónico. Não admirava pois que não reconhecesse formas e paisagem. Era apenas ar o que me rodeava. Tinha enfim compreendido, quando olho com espanto peixes voadores que me acompanhavam o voo. Gritei: como te chamas? e uma resposta com sonoridade aquática chegou-me aos ouvidos: exocet! somos os exocet!
Nisto surpreendo-me com a pergunta que faço ao peixe voador que me ficava mais próximo: por acaso sabem onde posso arranjar um pargo? Fiquei de levar um para o almoço, mas daqui não vejo nenhum. Resposta imediata do exocet: Agora nesta zona não há pargos, foram todos apanhados pelos arrastões. Senti um terror súbito, uma rede imensa acabava de envolver-me e ao meu avião. Esbracejava aflita, soltem-me, soltem-me, não sou nenhum pargo! não sou nenhum pargo! A minha voz saia-me nítida e potente. Tão alto gritava que a minha voz me despertou. Afinal quem me agarrava era o meu marido, que tentava acordar-me do pesadelo. Olhava-me com espanto. Exclamou, olha, termos peixe cozido para o almoço fez-te esse efeito todo? Mas enganaste-te com o peixe em questão, foram bicas que comprámos ontem para o almoço de hoje. Aparentemente não fizeste bem a digestão do que ainda nem comeste!
Mas nada disto era verdade, na realidade eu continuava a sonhar, tinha adormecido na praia por baixo do chapéu de sol.
Quando enfim despertei à minha volta as pessoas riam à gargalhada. Algumas frases dr protesto no sonho,tinham sido dias em voz forte e de repente ouvi uma voz que parecia eco do meu sonho: não sou um pargo, não sou um pargo....
e fiquei de olhar perdido, longe sobre o mar...


Marília Gonçalves

30.1.10

O ANO JUDICIAL COMEÇOU...
(a brincadeira continua)


A imagem acima inspira-o?
Diga de sua justiça.

29.1.10

O PESO DA PLUMA



Custa-lhe admitir tal postura, ser indeciso e parecer consentir tudo o que, aparentemente não o faz reagir.
O pudor que a sua fraca afirmação pessoal revela, não oculta os receios que a sua pessoa alimenta.
Tem o dom e a necessidade de escrever e construir, através das suas próprias linhas mas...
Mas a dificuldade está na resistência que encontra, é uma força que não vê mas sente o seu peso. Quando pega na pluma, começa a escrever. Para trás, deixa infinitos grupos de letras, organizados, dos quais se orgulha, a mão ganha velocidade e...
Sem saber porquê, pára!
Todos os dias são dias de recomeçar tudo. Acordar e logo de seguida tentar transformar em textos, as ideias e o bom senso, aglomerados, no passado próximo.

A sabedoria não existe, é variável e incompleta, as pessoas aprendem para recitar o livro, o parágrafo ou um simples texto, provavelmente, com a intenção de partilhar a informação que mais lhes parece correcta e aplicável, no contexto humano das associações representativas, daqueles que procuram o conhecimento...
Ao fim de tantos anos a desenvolver a suas composições livres, o escritor aperfeiçoou a sua forma, perdendo de vista, a perturbadora hesitação, que até então, achava ser uma dúvida pessoal, um lado fraco da sua vulnerável presença.

O escritor parou. Parou para reflectir, porque depois de tantas abordagens, sentiu o poder da sua escrita e a provável receptividade dos outros. Descobriu a força das palavras, que dirigira a tantos receptores.
Sentindo como um chamamento das páginas vazias, por preencher, o escritor teimoso não se cansa de tentar começar algo novo, longe de tudo o que habitualmente desenvolvera, até hoje.
Tentativa após tentativa, sente cada vez mais, uma energia que se opõem à sua vontade. Acaba de descobrir o peso da pluma.
Considerando-o um dever inquestionável da comunicação, não desiste e continua a escrever, para si... e para os outros.

Pierrot le fou

26.1.10

O HOMEM VOADOR



Pairava o homem por cima da Assembleia da República, quando um jovem que por ali passava, diz ao amigo:
- Estás a ver? Aquele é que é o Zé voador. Lá está ele, mais uma vez a importunar os ministros e deputados.
- Coitado!
- Coitado?
- Sim, tem o dom de voar e perde o seu tempo a voar por cima dum sítio tão triste e com tão pouca esperança.... Poderia por exemplo, andar por aí a ensinar os outros a desfrutar de tal liberdade.
- Bem visto! Se ele nos ensinasse a voar, poderíamos viajar pelo mundo e descobrir infinitas coisas interessantes.
- Iríamos à Ásia...
- Aos Estados Unidos
- África!
- Seriamos como passarinhos à solta...
- Se calhar, o homem já fez essas viagens todas.
- Achas? E viria fixar-se na Assembleia da República?
- Pois, deve haver uma razão...
- Porque não lhe perguntamos?
- É isso, pergunta tu.

O rapaz aproxima-se do homem voador e:
- O que faz o senhor aí em cima? Há tantos espaços interessantes para descobrir...
- Já os descobri todos. Diz o homem voador.
- Fartou-se de coisas boas?
- Não jovem, sabes, estou de férias.
- De férias?
- Sim, quando tiramos férias, precisamos de repouso e de prazer!
- Por cima da Assembleia da República? Não será pelo contrário, um pouco triste e cansativo?
- Não jovem, a vida não é só divertimento, por vezes temos que activar o nosso sentido de piedade e condescendência. Ao planar por aqui, vejo a capacidade da fraqueza humana, sob outro ângulo... Estas são as minhas férias!

Os dois jovens, embora conscientes das suas limitações, olharam um para o outro e afastaram-se, alegremente, simulando com os braços, o bater de asas.

Pierrot le fou

23.1.10

100 ANOS DE DJANGO REINHARDT

Django Reinhardt, um dos maiores guitarristas de sempre (para sempre).


Mais, aqui, aqui e aqui

2.1.10

28.12.09

OS SONHADORES


(imagem de Pierrot le fou)
Os sonhadores têm certas virtudes, podem viajar, de elemento em elemento, de sítio em sítio,... saltitar de dimensão em dimensão, no tempo, sem respeitar regras e modelos, da física imposta ou regras morais, limitadoras.
Os sonhadores têm a capacidade de tentar perceber os seus iguais, chegando a sentir pena ou mesmo piedade, quando identificam um individuo, limitado à posição de recitador ou banal representante, que fala e projecta, em nome da matéria assimilada, assumindo, inconscientemente, o papel definitivo, de influente e dependente da informação manipulada, que acabará por dirigir o seu destino e presença, na sociedade ou comunidade particular, onde desenvolve a sua incompleta presença, no "seu ciclo", limitado ao tempo e costumes na moda.

O poder que enfrentamos para projectar, construir e organizar ideias e materiais, resume-se à competição dos mercados, das políticas e culturas rivais.
Aqueles que querem sonhar e realizar alguma coisa independente e superior aos rumores, mentalidades globalizadas ou outras tendências dominantes, há muito tempo adaptaram-se ao malabarismo dos decisores monetários (que não sabem sonhar), enfrentam os defensores dos poderes, das perigosas minorias monetárias, que especulam sobre os reais valores iniciais, proporcionados pela existência.

O Artista apresenta um conceito, logo, aparecem os seres incapacitados, (incapazes de sonhar), oferecendo-se para processar a sua ideia, na fábrica, que transforma um simples abraço, em produtos de amor tecnológico, para "export", abrindo portas para o palco dos jogadores de dinheiro e políticas resultantes!
Se nos EUA, aparecesse um presidente que forçarsse os maiores de oitenta e cinco anos a trabalhar, não seria um retrocesso mas sim uma reafirmação dos ciclos de injustiça tolerados, vividos no passado, um revivalismo ou alegria para os novos economistas e accionistas do colesterol.
Com a chegada do presidente Obama, o equilibrio socio-económico demorará perto de mil anos (sem interrupções "republicanas") até alcançar um ponto parcialmente estável, levando muitos cidadãos (talvez só momentaneamente) a sonhar com um futuro melhor.
Os sonhadores estão presentes em todos os sistemas, infelizmente, cercados pelos infinitos perturbadores-inconscientes, que limitam e adiam a concretização dos projectos em curso,...

Bons sonhos...

Pierrot le fou