Déjà vu?
2.1.10
BOM ANO 2010
"A PAZ FAZ BEM À SAÚDE" (1ª parte)
(cartoon de Steve Sack)
Amadou Diallo: clique aqui
Steve Biko: clique aqui
28.12.09
OS SONHADORES
(imagem de Pierrot le fou)
Os sonhadores têm certas virtudes, podem viajar, de elemento em elemento, de sítio em sítio,... saltitar de dimensão em dimensão, no tempo, sem respeitar regras e modelos, da física imposta ou regras morais, limitadoras.
Os sonhadores têm a capacidade de tentar perceber os seus iguais, chegando a sentir pena ou mesmo piedade, quando identificam um individuo, limitado à posição de recitador ou banal representante, que fala e projecta, em nome da matéria assimilada, assumindo, inconscientemente, o papel definitivo, de influente e dependente da informação manipulada, que acabará por dirigir o seu destino e presença, na sociedade ou comunidade particular, onde desenvolve a sua incompleta presença, no "seu ciclo", limitado ao tempo e costumes na moda.
O poder que enfrentamos para projectar, construir e organizar ideias e materiais, resume-se à competição dos mercados, das políticas e culturas rivais.
Aqueles que querem sonhar e realizar alguma coisa independente e superior aos rumores, mentalidades globalizadas ou outras tendências dominantes, há muito tempo adaptaram-se ao malabarismo dos decisores monetários (que não sabem sonhar), enfrentam os defensores dos poderes, das perigosas minorias monetárias, que especulam sobre os reais valores iniciais, proporcionados pela existência.
O Artista apresenta um conceito, logo, aparecem os seres incapacitados, (incapazes de sonhar), oferecendo-se para processar a sua ideia, na fábrica, que transforma um simples abraço, em produtos de amor tecnológico, para "export", abrindo portas para o palco dos jogadores de dinheiro e políticas resultantes!
Se nos EUA, aparecesse um presidente que forçarsse os maiores de oitenta e cinco anos a trabalhar, não seria um retrocesso mas sim uma reafirmação dos ciclos de injustiça tolerados, vividos no passado, um revivalismo ou alegria para os novos economistas e accionistas do colesterol.
Com a chegada do presidente Obama, o equilibrio socio-económico demorará perto de mil anos (sem interrupções "republicanas") até alcançar um ponto parcialmente estável, levando muitos cidadãos (talvez só momentaneamente) a sonhar com um futuro melhor.
Os sonhadores estão presentes em todos os sistemas, infelizmente, cercados pelos infinitos perturbadores-inconscientes, que limitam e adiam a concretização dos projectos em curso,...
Bons sonhos...
Pierrot le fou
18.12.09
OS MINISTROS TAMBÉM PENSAM!
16.12.09
OS PODEROSOS TAMBÉM COMEM SOPA!
Faça como Berlusconi!
15.12.09
E O OSCAR VAI PARA...
(teste psicotécnico)
10.11.09
PESSOAS E DITADURAS (...)
ANO 2009 ANTES DE...

Olhando para a esquerda e para a direita, constatamos ou interpretamos o grande desperdício energético, na valsa das consequências psico-interesseiras, que os grandes grupos de marca registada, alimentam e passeiam, pelos canais da "comunicação vaidosa personalizada".
O palhaço do circo escreve às escondidas e esconde as suas verdadeiras emoções, assim como o ilusionista intervem de forma aberta, frente à inutilidade do tão pouco utilizado cerebelo dos seus receptores, banalizado pelos especialistas da pseudo-cultura proveitosa, casada com a tecnologia, financiada pela reunião dos neo-intelectuais dissipados, em programações especializadas, dirigidas aos consumidores do nada.
Irmãos e primos hierárquicos da sociedade imposta, consomem a sua escassa intelectualidade, ao interpretar as consequências, na prática que resulta de preconceitos aliados ao egoísmo de seres incrustados nas "lustrosas" associações dos poderes.
A valsa, (o três por quatro) tem os seu andamento particular, a harmonia poderá limitar-se e depender da forma musical.
Toda a execução respeita os encandeamentos que o compositor pretende realçar...
O Muro de Berlim é exemplo de injustiça social e de opressão estrutural afirmada por poderes organizados, distantes das obrigações e prioridades humanas.
Se em Portugal a PIDE oprimiu, torturou e desprezou com orgulho, o seu próprio povo, a RDA (República Democrática Alemã) seguiu (ou imitou) o comportamento do "Velhinho Estado Novo" ao adoptar uma forma opressiva semelhante.
Surgem os chibos, a instabilidade do povo cresce, os valores confundem-se,... As associações são discriminadas... Só existe um poder!
"Venham mais cinco" (José Afonso) faz sentido em Portugal ou na Alemanha,... Fascismo é fascismo!
Se as doutrinas confundem o Volk (povo), os cidadãos pelo mundo, continuam a conviver com ódios e rancores, dirigidos ao passado, que temem no presente disfarçado, que não os ilude.
Passadas as velhas ditaduras, permanece a dificuldade em interpretar a presença inividual de cada membro da suspeita sociedade global. As pessoas continuam a ser pessoas, o dinheiro é base injusta e severa para a pirâmide social, fixada pelos transcritores do direito à existência etiquetada pelos supermercados das organizações adultas convenientes.
A liberdade dos povos depende dos sistemas considerados pelos mesmos.
Os poderes existem e resultam da vontade própria, de alimentar ou destruir os valores que rodeiam o indivíduo ou sistema "projector".
VIVA A LIBERDADE!
Pierrot le fou, 2009
2.10.09
18.9.09
17.9.09
LEGISLATIVAS 2009 (€ ?)...
"Tera, Giga, Kilo, Super, Pequenas, Médias, Micro, Pico, Nano, Mini, Super-Mini-Infra-Mini, Infra, Sub,... Empresas!"
Farsa moderna, adaptada pelos tecnocratas-ilusionistas e usurpadores da República, a Campanha política para as Legislativas 2009, revela estupidez, vaidade, e aproveitamento, na conveniência que os membros da comunidade recitadora do passado, de retórica esgotada e inadequada, apresentam pelas ruas de Portugal, no habitual passeio, rumo às luzes da ribalta dos decisores.
PME... Três letras, um infinito de possibilidades!
Quando falar de economia está na moda, justifica-se o argumento das Pequenas e Médias Empresas, sobre tudo, quando quem exerce ou participa no poder, trata por "tu" e alimenta a ignorância do povo, em relação à matéria...
TGV (Train à Grande Vitesse - Comboio de Alta Velocidade)... Outras três letras...
Quando alguém fala sobre investimento público, agita-se a plebe, cria-se matéria diversiva e mais uma vez, alimenta-se a indecisão no eleitorado.
Poderiam os tetrápodes dos Partidos com suas "doutrinas" oxidadas, sugerir uma PMDCGV: Política de Melhoramento dos Direitos dos Cidadãos, de Grande Velocidade...
É como se fossemos à Mauritania tentar resolver o problema da exploração infantil, e ao chegar lá, reivindicariamos o problema de falta de orçamento da NASA, na preparação da próxima (ou primeira...) alunagem!
(Perceberam-me?)
Se até hoje, as políticas exercidas são perpendiculares às grandes prioridades, as promessas dos actuais candidatos ao Trono da Res Publica, apresentam-se sob forma de teorema complexo ou antitese involuntária, revelando-se incapacidade de assumir o cargo de alto responsável pelos minutos decisivos, na era do tempo económico, sustentado por deliberações incoerentes, praticadas por indivíduos aparentemente, bem intencionados.
Quando o problema das nações se encontra na injustiça e dificuldades sentidas pelos seus cidadãos, ao inflacionar conscientemente, os defeitos das acções dos seus rivais, os cabecilhas dos partidos políticos, afirmam a sua aparente intenção, como quem diz: "Ó Zé!... Estou despenteado, antes que alguém repare na meu péssimo aspecto, começa a falar sobre o pé de atleta!".
Concluo com uma Fábula de Jean de La Fontaine
O Corvo e a Raposa
O senhor corvo numa árvore empoleirado
Segurava no seu bico um queijo.
A senhora raposa, pelo odor atraída,
Dirigiu-se-lhe mais ou menos com estas palavras:
Olá! bom-dia, senhor corvo,
Como sois bonito! Como me pareceis belo!
Sem mentir, se o vosso gorjeio
For semelhante à vossa plumagem,
Vós sois a fénix dos habitantes destes bosques.
Com estas palavras o corvo não cabe em si de contente;
E para mostrar a sua bela voz,
Ele abre o grande bico e deixa cair a sua presa.
A raposa apodera-se dela e diz: "Meu bom senhor,
Aprendei que todo o bajulador
Vive às custas daquele que o escuta:
Esta lição vale bem um queijo, sem dúvida."
O corvo, envergonhado e confuso,
Jurou, mas um pouco tarde, que não o apanhariam mais.
Abraço aos candidatos a nossos futuros empregados, para o cargo de governantes e participantes, nas decisões que melhorarão Portugal, esperando que nos sirvam bem até à dissolução...
Pierrot le fou






