Obrigado Pai, origado Mãe Neste blog, abordo assuntos reais que considero importantes para toda a sociedade. Por isso, atrevo-me a exagerar, a ironizar e mesmo a ofender. Ofender é um direito legítimo que daquirimos legalmente, frente às leis arrogantes que com insultos limitam as capacidades, não só de um povo, mas de todas as orientações e convicções lógicas que a tecnocracia e o poder da finança pretendem apagar com desprezo e má fé pelos cidadãos que supostamente representam, ao assumir os seus cargos confortáveis nas instituições e nos poderes delegados pelo povo.
Chovem palavras na rua Intermitência de vento Espelho de água flor de lua Sentimento Pétala de lume transparece Olhar a amanhecer Urgente é o invento Dum irmão a nascer.
Marilia Gonçalves
O amor
É a flor
Que respira o tempo...
Nadia Mendes
Quando eu morrer voltarei para buscar
Os instantes que não vivi junto do mar
Sophia de Mello Breyner Andresen
Chove...
Mas isso que importa!, se estou aqui abrigado nesta porta a ouvir a chuva que cai do céu uma melodia de silêncio que ninguém mais ouve senão eu?
Chove...
Mas é do destino de quem ama ouvir um violino até na lama.
2 comentários:
o pai, esteva ver o teu blogue e está cheio de orgulho em ti.
mãe
Obrigado Pai, origado Mãe
Neste blog, abordo assuntos reais que
considero importantes para toda a sociedade. Por isso, atrevo-me a exagerar, a ironizar e mesmo a ofender.
Ofender é um direito legítimo que daquirimos legalmente, frente às leis arrogantes que com insultos limitam as capacidades, não só de um povo, mas de todas as orientações e convicções lógicas que a tecnocracia e o poder da finança pretendem apagar com desprezo e má fé pelos cidadãos que supostamente representam, ao assumir os seus cargos confortáveis nas instituições e nos poderes delegados pelo povo.
Beijinhos,
Pierrot le fou
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