12.6.11

O QUE É ISTO?
UM PORTA-VOZ DA NOVA FARSA EUROPEIA?


http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1875684
Pagam para não produzir? Essa já todos nós sabíamos!
Quando é que isto começou? Não foi em 1985? Ou pouco depois...
O Presidente da República Portuguesa, Cavaco Silva, fala em "estratégia clara de revalorização do interior do país" e "oportunidades de sucesso".
Quem é que começou esta coisa dos subsídios?
Só pode ter sido um anormal, ignorante, um pacóvio, um pé, um tubérculo mal vestido, uma lesma com cirrose, um neurónio reciclado, uma tábua...
Nenhum dos nossos políticos portugueses seria capaz de tal coisa! Nenhum! (?)
Os políticos portugueses sofrem imenso com a injustiça social. Basta visitar a casa de qualquer membro sentado da AR, para nos comovermos com as humildes condições em que vivem estes senhores da nova classe social da afirmação catedrática, dos doutores que por vezes usam o corpo e até chegam a deslocar-se pelo seu passo.

Pierrot le fou

SEGURANÇA SOCIAL...
AONDE?...

Mais uma vez, exibo o Artigo 63.º da Constituição da República Portuguesa.
Se um pobre roubar uma lata de atum num supermercado, será inevitavelmente julgado, bla bla bla, bla bla bla.
Os recentes governos portugueses não respeitaram uma só linha deste artigo da Constituição e não lhes aconteceu nada!
Andam todos à solta, com a carteira bem recheada, offshore à descrição e impunidade à fartazana.
Com ou sem Troika, a Constituição da República Portuguesa deve ser respeitada (Artigo 3.º) e os violadores da Constituição devem ser julgados!
E o Artigo 9.º? O que aconteceu ao Artigo 9.º?


Artigo 63.º
Segurança social e solidariedade

1. Todos têm direito à segurança social.

2. Incumbe ao Estado organizar, coordenar e subsidiar um sistema de segurança social unificado e descentralizado, com a participação das associações sindicais, de outras organizações representativas dos trabalhadores e de associações representativas dos demais beneficiários.

3. O sistema de segurança social protege os cidadãos na doença, velhice, invalidez, viuvez e orfandade, bem como no desemprego e em todas as outras situações de falta ou diminuição de meios de subsistência ou de capacidade para o trabalho.

4. Todo o tempo de trabalho contribui, nos termos da lei, para o cálculo das pensões de velhice e invalidez, independentemente do sector de actividade em que tiver sido prestado.

5. O Estado apoia e fiscaliza, nos termos da lei, a actividade e o funcionamento das instituições particulares de solidariedade social e de outras de reconhecido interesse público sem carácter lucrativo, com vista à prossecução de objectivos de solidariedade social consignados, nomeadamente, neste artigo, na alínea b) do n.º 2 do artigo 67.º, no artigo 69.º, na alínea e) do n.º 1 do artigo 70.º e nos artigos 71.º e 72.º.