20.2.11

RUA CASTRATI?


Muitos de nós ouvimos dizer por aí, que certas pessoas querem dar o nome de um senhor que foi castrado num hotel em Nova Iorque, a uma rua de Lisboa.
Era o que faltava!
Já agora, Rua Castrati...
E Porque não "Rua das Telenovelas"...
Deixem-se lá disso, mostrem um pouco de respeito pelos cidadãos e por Portugal!

Disse,

Pierrot le fou

11.2.11

A GRANDE RECEITA DOS EUROPEUS UNIDOS IMAGINÁRIOS


Ingredientes:
- 3 cubos de gelo
- 4 ovos cozidos, bem estrelados
- 100 g de ar quente
- 2 colheres de pão português exportado (que poderá encontrar num dos países importadores).
- 1 copo de frango
- 1/2 limão assado
- 300 g de água seca

Frite os 3 cubos de gelo, de seguida, misture os 100 g de ar quente com os 4 ovos cozidos bem estrelados, numa tigela verde.
Espezinhe e salte dez vezes em cima do 1/2 limão assado, insistindo nas partes mais azuladas.
Num tacho, junte aos ingredientes já descritos, os 300 g de água seca, as 2 colheres de pão exportado e o copo de frango.

Aguarde 20 minutos sem acender o lume.
Passados os vinte minutos, despeje o conteúdo do tacho no saco do lixo orgânico (não se esqueça de ser "eco"!),
e já está!

Bom proveito!

Pierrot le fou

5.2.11

VINTE CITAÇÕES COM PESO!


I - "Os que fazem impossível uma evolução pacífica, tornam inevitável! a revolução violenta”."
John Fitzgerald Kennedy

II - "Se queremos progredir, não devemos repetir a história, mas fazer uma história nova."
Mahatma Gandhi

III - "Temos de nos tornar na mudança que queremos ver."
Mahatma Gandhi

IV - "O meu ideal político é a democracia, para que todos os homens sejam respeitados como indivíduos e nenhum venerado."
Albert Einstein

V - "A democracia, mais do que qualquer outro regime, exige o exercício da autoridade."
(Saint-John Perse)

VI - "A democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo."
Abraham Lincoln

VII - "Quem tem imaginação, mas não tem cultura, possui asas, mas não tem pés."
Joseph Joubert

VIII - "As pessoas precisam de três coisas: prudência no ânimo, silêncio na língua e vergonha na cara."
Sócrates

IX - "Mesmo os que a cometem odeiam a injustiça."
Publílio Siro

X - "A injustiça é a mãe da violência."
Afrânio Peixoto

XI - "Falsos e hipócritas são aqueles que tudo fazem com palavras, mas na realidade nada fazem."
Demócrito

XII - "A sociedade repousa sobre a consciência e não sobre a ciência."
Henri Frédéric Amiel

XIII - "A política está acima da consciência."
William Shakespeare

XIV - "A minha consciência tem para mim mais peso do que a opinião do mundo inteiro."
Cícero

XV - "Não há culpados. O que há são desgraçados."
William Shakespeare

XVI - "Há um remédio para as culpas, reconhecê-las."
Franz Grillparzer

XVII - "Da arrogância nasce o ódio; da insolência, a arrogância. "
(Cícero)

XVIII - "Somos aquilo que fizemos repetidamente."
(Aristóteles)

XIX - "A palavra progresso não tem sentido enquanto houver crianças infelizes."
Albert Einstein

XX - "O que realmente me interessa é saber se Deus teve alguma escolha na criação do mundo."
Albert Einstein

3.2.11

ILIONÁCIO TROCOU A POLÍTICA PELA PRODUTIVIDADE (UCSO)


Depois de muitos anos a praticar política, nas suas várias modalidades reconhecidas pela (FIIBMOPCQT) Federação Internacional de Incapazes em Busca da Melhor Oportunidade e Prestígio à Conta dos Que Trabalham, Ilionácio tinha renunciado ao seu estúpido cargo de deputado com regalias, varizes cerebrais e cirroses hormonais.
Recém ambicioso que pretendia destacar-se na nova sociedade dos candidatos à impotência sexual induzida pelos interesses de viveiro, alimentados com restos de vacas loucas e sobrancelhas de economistas televisivos "tementes a Cultura dos povos", Ilionácio queria agora sentir-se superior a si próprio. Queria apagar o seu triste passado, passado que a sua consciência, em combinação com as unhas dos pés de outros membros dos ministérios da República, que como ele, escreviam e violavam leis e corpos vivos que a sua limitada mente não reconhecia, nas suas obcecadas prioridades técnicas, no mundo das políticas humanas convertidas em fórmulas e organizações numéricas , distantes da paixão e do respeito, que o seu cérebro atrofiado passara a ignorar, em nome do resultado que aprendera na escola dos automatizados pela informação que lhes transmitiram, ou pelo conhecimento inscrito nas fábulas do universo paralelo à evolução das civilizações, conjuntos de seres com tradições, em busca do famoso conhecimento, com obstáculos promovidos pelos poderes da ignorância aliada ao bem estar sugerido por descendentes das tendências que resultam do consenso de poderes, mais prático, que domina e decide, na estrutura firmada, ou mais simplesmente, naquilo que correntemente chamamos: "sociedade".

Ilionácio, acreditava no real significado da produtividade. Queria agora mostrar aos seus antigos concorrentes do poder social e económico, pelas assembleias, bolsas e bancos vaidosos e orgulhosos da sua imunidade a qualquer regulamento tibutativo, que as suas políticas não serviam as prioridades e as grandes necessidades das pessoas que já só sobreviviam porque a dita política precisava de alguém para fazer alguma coisa, ou simplesmente, para se esforçar e trabalhar em nome das leis e dos ditados interesseiros que os ministros e deputados acomodados lançavam, em nome da banalizada economia, tão manipulada pelo poder que legislava e que agia com vaidade equivalente ao seu egoísmo e omni-incompetência, incoscientemente translúcida.

Depois de vários anos a dedicar-se ao seu projecto "UCSO", Ilionácio tinha agora quinhentos mil empregados a trabalhar para ele, numa série de fábricas.
Os políticos dos vários partidos que protagonizavam a novela da ignorância parlamentar, estavam surpreendidos com os resultados e empreendedorismo de Ilinácio, e em simultâneo desiludidos com a estranha relação entre a elevada produtividade e os zero porcento de lucro.
Ao contrário dos políticos, o povo que trabalhava tinha percebido tudo e concluiu bem antes do primeiro estímulo financeiro que lançou o império industrial de Ilinácio,... que seria muito difícil exportar urina de cão sem odor (UCSO).

Pierrot le fou, 2011