6.1.11

UPS!
(valores dos cidadãos e funções dos trabalhadores)


Eles têm razão!
Temos que produzir mais!
Explico:

- Os carteiros têm que entregar mais cartas.
- Os professores têm que ensinar mais matéria.
- Os pedreiros têm que fazer mais paredes.
- As agências de viagens têm que vender mais bilhetes.
- Os pilotos de aviação têm que voar mais horas.
- A indústria farmacêutica tem que fabricar mais medicamentos.
- Os restaurantes têm que vender mais refeições.
- Os Policias têm que prender mais cidadãos.
- Os bombeiros têm que apagar mais incêndios.
- Os escritores têm que escrever mais livros.
- Os cientistas têm que investigar mais.
- Os padeiros têm que fabricar mais pão.
- Os pescadores têm que pescar mais (toca a ir buscar as famosas traineiras abatidas)
- Os músicos têm que vender mais discos.
- Os aviários têm que matar mais frangos.
- A EDP tem que vender mais energia e enganar mais os seus clientes.
- etc...

Ou será que nada disto é produtivo?

Não confundam...
Quando os economistas e os políticos, falam sobre economia, só se referem ao mercado de exportação, em nome dos grandes negócios, os cidadãos são pecinhas substituíveis ou reutilizáveis, na máquina da neo-democracia pro-capitalista instituída (tolerada). No meio de tudo isto, os indivíduos não são absolutamente nada!
Ao aceitarem a economia, assim como a apresentam (e representam), os políticos estão a valorizar o mercado. Não têm qualquer tipo de desejo positivo para os cidadãos que fazem lucrar os poderes privados ou públicos!
Se só interessa produzir, nesse caso, muitos dos cidadãos "implicados" nas funções da lista acima, são totalmente ignorados pelos responsáveis que andamos a eleger...

Já tinha pensado nisto?

A economia actual não significa justiça nem democracia. Será mais uma espécie de sinónimo de negócio ou um termo que resume política de baixo nível, corrupção, egoísmo, incompetência e sucessivas violações da Constituição da República Portuguesa.

Disse,

Espreite aqui: http://rotlefou.blogspot.com/2011/01/portugal-e-injustica-deliberada-dos.html

Pierrot le fou

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