13.1.11

POLÍTICA - PARTE 1

6 comentários:

Marília Gonçalves disse...

O que está em causa





> Depois de décadas de “ajuda ao desenvolvimento” por parte do Banco Mundial e do FMI, um sexto da população mundial vive com menos de 77 centavos por dia. O que vai acontecer a Portugal (no seguimento do que aconteceu à Grécia e à Irlanda e irá acontecer à Espanha, e talvez não fique por aí) aconteceu já a muitos países em desenvolvimento. A intervenção do FMI teve sempre o mesmo objetivo: canalizar o máximo possível do rendimento do país para o pagamento da dívida. A “solução da crise” pode bem ser a eclosão da mais grave crise social dos últimos oitenta anos. O artigo é de Boaventura de Sousa Santos.
continua aqui
http://nossaspoesiaslibertarias.blogspot.com/

(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Boaventura de Sousa Santos, no 6° Fórum Mundial de Juízes. Porto Alegre, 2010.

Boaventura de Sousa Santos (Coimbra, 15 de Novembro de 1940) é doutor em sociologia do direito pela Universidade de Yale, professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, Distinguished Legal Scholar da Faculdade de Direito da Universidade de Wisconsin-Madison e Global Legal Scholar da Universidade de Warwick. É também director dos Centro de Estudos Sociais e do Centro de Documentação 25 de Abril[1], e Coordenador Científico do Observatório Permanente da Justiça Portuguesa[2] - todos da Universidade de Coimbra.

Participa da coordenação científica dos)

Marília Gonçalves disse...

Trigo ao Vento


Trigo ao Vento
Do pão da minha fome
Ondula o pensamento
No olhar da criança que não come
O mundo anda esquecido da razão
Que grita bocas de repartir
De que nos serve o coração
Se o não queremos ouvir
A criança meu irmão é um tesoiro
De luz universal
De que nos serve o oiro
Se olhar da infância
Não brilha natural
Que mundo preparamos ao futuro
Se a criança é semente
Que a vida fará florescer
Diferente ou indiferente.


Segundo o que aprender,
se nosso exemplo d’ egoísmo
lhe mostra sombra, escuridão
donde esperar que surja a branca pomba
com olivais na mão?

Marília Gonçalves

Marília Gonçalves disse...

O Jazz e o Poder são antagónicos"
José Duarte





José Duarte, 69 anos, uma vida inteira dedicada a ensinar os portugueses a gostar de jazz. No escritório de sua casa no bairro da Lapa, em Lisboa, entre paredes preenchidas por livros, discos, fotografias, encontra-se toda uma imensidão de objectos relacionados com o universo musical. Defende o jazz como uma música sempre em movimento e nunca em consonância com o poder. No entanto, não esconde o desalento ao fim de tantos anos devotados ao jazz, sem saber se o balanço desse tempo é positivo ou negativo. Agora, diz, falta-lhe arrumar as coisas para se ir embora. Para tal doou o seu precioso acervo à Universidade de Aveiro, com o que contribuiu para a criação do primeiro Centro de Estudos de Jazz em Portugal. Ele é o provedor do jazz, desde quando o jazz era ainda música de resistência a um regime que impedia os portugueses de ler, ver filmes, ouvir música.

http://www1.ci.uc.pt/sdp/rualarga98/subseccoes/detalhe.php?PnID=635

Pierrot le Fou disse...

O link não leva a lado nenhum...

Marília Gonçalves disse...

VOU VER
talvez tenha feito o seu tempo
abraço

Marília Gonçalves disse...

fiz uma busca do link no Google e aponta tantos sites que nem sei qual propor
o melhor é tentarem pelo Google