24.5.10

PORTUGAL E A MOEDA COMUM EM 2010
(o poder do cêntimo)


A União de Negócios Europeus, vulgarmente conhecida por União Europeia, está com problemas de moeda!
Sim, aquela coisa que o povinho nunca teve, não tem e pelo andar da carroça, irá ver passear por aí, como um cãozinho treinado pelos poderes ocultos dos interesses mundiais e seus discípulos nos governos (sim, aqueles que mostram a cara mas não as intenções), que nos deixam fazer umas festinhas ao de leve, por tempo determinado pelas leis da moda económico-partidária.
Não fossemos nós desenvolver pelo canídeo, alguma espécie de amor não referenciado nos glossários da medicina industrial, que seus embaixadores da legislação a martelo, pelas assembleias nacionais, não conseguissem enfrentar, com os químicos que impõem à população adormecida pela informação televisiva nos seus telejornais circenses aliados, no sistema do "passa para cá o dinheiro dos outros e ainda levas algum para ti".
Os economistas, falam na desvalorização da moeda comum...
Moeda comum? Em Portugal, a moeda mais comum tem nome! Chama-se moeda de um cêntimo!
A peça em si, simboliza o poder económico do cidadão português, a liberdade para o investimento, visão para o negócio, aplicações no capital estrangeiro...
Temos aqui mais um sintoma da inevitável doença europeia, que os negociantes da lei nos informam com o orgulho de um hamburger e a inteligência de um pneu, como quem diz:

"ó malta, somos uns grandes bróculos! Rebentámos com o país, agora lixem-se vocês, porque nós já temos bons salários e "reformas" (no plural!) garantidas".

Afirma-se assim, a vontade de regular uma peça de transacção, insistindo na desvalorização dos reais e legítimos produtores e proprietários das riquezas materiais, "as pessoas que não têm poder algum e que pagam para os outros brincarem aos pais e às mães que foram às compras com a moeda de cêntimo que desviaram da carteira que estava mais à mão".

Parabéns aos senhores progenitores da decadência política, vendedores de soberanias e outros accionistas das civilizações mercantilistas sensíveis à evolução humana,

Pierrot le fou