4.3.10

UNIÃO EUROPEIA EM FESTA!
(o povo sofre, há que festejar!)


A Grécia baixou os salários e aumentou os impostos, o Durão Barroso está satisfeito!
Aliás, os decisores sentados da União Europeia estão muito contentes!
Aumentar o tempo de trabalho, exigir mais produtividade e diminuir os rendimentos dos cidadãos, é prioridade mais que afirmada, na cooperativa dos países (des)menbr(os)(ados), que consentem por representação dos inúteis que elegeram, o progresso da injustiça social.
Produzir para vender, vender para movimentar dinheiro daqui para ali, e dali para além...
As tempestades ainda não atingiram os associados do poder económico!
Os bancos nacionais e bolsas pelo mundo estão à superfície, está tudo na perfeição, para políticos e políticas aplicáveis (...)!
Enquanto as vítimas do tempo, do dinheiro, de políticas derivadas do dinheiro, de tecnocratas vaidosos e de outros tubérculos, continuarem a viver para trabalhar e não a trabalhar para viver (ver L'Avare de Molière; "Il faut manger pour vivre et non vivre pour manger"), a União Europeia continuará a marcar presença, no festival mundial dos AQPMIIEOOCE (Altos Qualificados, Para a Manutenção da Incerteza e Instabilidade dos Empregados Obedientes e Outros Calados da Europa).

O facto do actual presidente da Comissão Europeia (duro a sério, cuidado com este homem, já foi Primeiro-Ministro de Portugal durante um quarto de hora!... o tempo de fazer uma parceria com o Bush e...) não poder festejar de forma efusiva, as consequências das medidas severas, que a Grécia aplicou, levou-me, num gesto de solidariedade para com o pobre presidente, a criar a imagem acima.

P.S.: (salvo seja) A economia é uma coisa séria, este post não pretende ofender o dinheiro, nem aqueles que sofrem de doenças resultantes de exagero de manuseamento ou posse excessiva, da matéria em questão, sem esquecer aqueles que o aprovisionam, em nome do bem estar do capital, em reservatórios de dimensões proporcionais ao seu egoísmo, incompetência e outros degenerativos na moda.

Saudações à Dra Incompetência Humana e seus representantes, na política,

Pierrot le fou

3 comentários:

Marília Gonçalves disse...

RAIOS?
Portugal exporta fascistas?
mande-os todos para qualquer ponto so planeta onde não more ninguém, pode ser com um bocado de sorte
que lhes dê por là um 8.8

era mais justo e mais merecido que o Chile e seu martirizado povo
ontem pelo Pinochet
hoje pela desgraça toda que o invade e acomete
a minha total Solidariedade para com o Chile e seu povo e o meu constante pensamento
é nestes momentos que queria ter nota, pelo menos servia a quem precisa
e não aos fantoches que nos desgovernam!!

Marilia Gonçalves

Marília Gonçalves disse...

Somos aparentemente ricos em ideias retrógradas!
o fascismo deixou pesada herança!
são vocês as gerações vindouras que limparão Portugal dos miasmas da imbecilidade e de uma total ausência de Cultura profunda e internacional
Um dia os povos serão apenas um e a Cultura que daí surgirá será sem as taras da consanguinidade
abraço
Marília

Marília Gonçalves disse...

Morreu un Homem de Abril

Costa Martins, o militar

O militar Costa Martins fez bluff no 25 de Abril. Estava responsável pela tomada de um dos pontos estratégicos, o aeroporto de Lisboa, onde chegou sozinho mas anunciou que a zona estava cercada por forças militares.

Estava tudo estudado e programado, José Inácio da Costa Martins deveria ter o apoio das forças terrestres, "que deveriam ter secundado a aproximação, mas atrasaram-se", recordou o militar de Abril Tasso Figueiredo.

Costa Martins percebeu que "estava sozinho, mas disse que o aeroporto estava cercado por forças militares", lembrou o amigo desde os tempos de conspiração.

Depois do sucesso da operação, António Spínola convida-o, a 31 de Maio de 1974, a desempenhar as funções de membro do Conselho de Estado.

Costa Martins seria também convidado para o cargo de ministro do Trabalho dos governos provisórios do primeiro-ministro Vasco Gonçalves. Aceitou a função que ocupou até ao final de 1975, altura em que Vasco Gonçalves perde a sua influência na sequência do Verão Quente. Com a transição do poder para o Almirante Pinheiro de Azevedo, o então major Costa Martins abandona também o cargo e o país.

Tasso Figueiredo recorda que a sua carreira seria "reconstruída" muitos anos mais tarde, "a partir de um processo judicial que moveu contra o Estado, representado pela Força Aérea". Foi então que viu resposta a sua antiguidade e acabou promovido no posto de Coronel, sem nunca ter voltado às fileiras.

Atualmente dividia o seu tempo entre a sua casa de Lisboa e o Algarve. O coronel da Força Aérea José Inácio da Costa Martins, nasceu em Messines, em 1938, e faleceu sábado à noite vítima de um acidente aéreo. A aeronave onde seguia caiu próximo da localidade de Ciborro, concelho de Montemor-o-Novo, numa herdade junto à pista particular de onde levantou voo.
o EXPRESSO
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Mais um Capitão de Abril nos deixa.


O Coronel da FA Costa Martins, foi, a par de Salgueiro Maia (Baixa/Carmo), Andrade da Silva (Cristo-Rei/Ponte), Otelo (Posto de Comando), um dos mais activos e proficientes operacionais do 25 de Abril de 1974.


Naquela madrugada, tomou sózinho o Aeroporto de Lisboa, impondo a restrição do espaço aéreo Português, como precaução, mantendo-se durante cerca de uma hora, enquanto as tropas de Mafra faziam "turismo", perdidas nas ruas de Camarate.


Foi uma figura marcante e controversa durante toda a sua vida.


Homem de ideais e de uma teimosia férrea, próximo de Vasco Gonçalves e Costa Gomes, foi um dos primeiros Ministros do Trabalho pós Revolução, deixando-se envolver na complexa e nunca explicada teia do "Dia do Salário", que o haveria de perseguir toda a vida.


Enleado nas tricas e mexericos militares do golpe de 25 de Novembro, tomando, por opção ou necessidade, decisões drásticas, tornadas dramáticas, viveu uma vida pessoal e psicológica atribulada.


Foi encontrar, finalmente, a Paz, num acidente aéreo em pleno coração do Alentejo da Reforma Agrária, perto de Montemor-o-Novo.


Este Blog, os seus Contribuidores e os Portugueses inteiros de Liberdade e Cidadania, prestam a sentida e devida Homenagem à figura daquele que foi um dos principais Obreiros do Dia da Liberdade.

http://liberdadeecidadania.blogspot.com/


Portugal sem rei nem roque

onde está a Justiça em Portugal
que deixaram morrer um Homem Integro, triste e magoado, humilhado, ofendido, sem limpar a Honra que injustamente sujaram?

Vivam os Lutadores de Abril que nem a morte vence!

por uma Justiça em Portugal digna de Abril
elevo irada e sentida a minha voz!

Marília Gonçalves