30.4.09

Rir faz bem à saúde...
Cena do filme "Le Tatoué" (1968)
"Au Sujet Du Modigliani..."


Assista aqui a um riso contagiante ( e ria-se... ninguém vê).

2 comentários:

Marília Gonçalves disse...

VIVA!
boa noite e bom amanhecer!
e já agora lembre que à nossa frente estão vários meses do melhor antidepressivo ao nosso alcance: sol e céu azul, e por mais que a chuva nos seja noutros pontos benéfica e indispensável à vida, ora essa é uma das coisas porque não teremos que culpabilizar-nos, a meteorologia não pede nossa opinião, e chova, vente ou faça sol a nossa apreciação pessoal não é para tal chamada e em nada altera os factos.
Se vê que o dia está lindo, porque aprecia a chuva ou porque o sol se infiltra em si e inunda aquele cantinho sombrio de seu pensar que lhe doía, viva um ou outro sem culpa, a sua vontade e seu gosto não pesam nem influenciam tais fenómenos
é que já tenho ouvido pessoas a responsabilizar outras porque gostam de dias de sol, quando a chuva é indispensável, ora é-o sem dúvida, todos os povos desde sempre o souberam, mas que eu saiba nenhuma dança no terreiro, nenhuma incantação teve até hoje o mínimo poder para alterar o clima.
O mesmo não se dá com ,nosso comportamento cívico. Mas a nossa alegria por um dia ou mais dias de sol, não abate florestas nem as incendeia, não polui os ares nem as reservas de água; não provoca secas nem genera catástrofes, por isso sejamos vigilantes ante nossos excessos de consumo, nossos excessos de lixos, pelos desperdícios de águas,vigilantes sobre comportamentos suspeitos de incendiários, e atentos vigilante olhemos pelo que directa ou indirectamente podemos provocar de nefasto sobre A NAVE DE TODOS
e nossa vida, a Terra.
Mas não nos sintamos culpados pelo beneficio que é um dia alegre de sol sobre nosso estado de espírito e sobre nossa saúde.
A nossa tristeza e levando-a ao desespero mesmo, não faria chover.
Por isso enchamos os olhos o nosso moral ainda com uns restos de cinzas do Inverno longo, e vamos sem culpabilidade viver a alegria inocente de sermos gente.
Seres humanos que se alimentam também de alegria, esse bem efémero, que se nos nega tantas vezes pelas adversidades da vida.
Marília Gonçalves

Marília Gonçalves disse...

Sobre Louis de Funès

Volto ainda com apenas um testemunho
Aqui onde vivo há muito, a França,Paris, que foi o berço da Luz espiritual, a Universal Cidade Luz, do conhecimento, Arte e Cultura, grandes actores de teatro e cinema dentre os quais destaco Francis Huster actor poeta, profundo e humano desde tão jovem, e Pierre Arditti, convicto defensor dos pobres e dos sem papéis (como o foram aqui em tempos os portugueses)
que altissonantes manifestam o seu apreço pelo actor que foi o Louis de Funès e consideram-no um critico ímpar de nossos vícios e maldades numa caricatura que incomoda muitos. Consideram que essa capacidade de rir e seus proprios defeitos, espelho dos nossos é uma das grandes qualidades de seus filmes e que apenas o snobismo de uns quantos pela sua popularidade, que o afasta dum universo elitista, lhe genera inimigos e crîticos acérrimos que o apontam sem se ter debruçado realmente sobre a profundidade de sua actuaçao em que semelha o palhaço pelas suas denûncias sociais.

Marília Gonçalves