30.4.09

1º de Maio 2009
Politikós - Homo Politicus - people´s Administrator

(Metamorfose)

1º de Maio, Dia do Trabalhador
2 de Maio até 30 de Abril, Dias dos Servos? (...do quê e de quem?)
Deve-se ao sector em que muitos desenvolvem a sua actividade de trabalhador independente, o facto de poucas vezes terem celebrado o 1º de Maio, por se encontrarem a trabalhar neste dia.

Ser Trabalhador Independente é:
(Provável explicação em 7 pontos)

1 - Pagar o Imposto Social (para os tecnocratas e indiferentes: "Contribuição Social"), mesmo quando não há trabalho.
2 - Não ter direito a subsídio de desemprego.
3 - Não pensar em empréstimo para casa (proibido!).
4 - Não dormir (trabalhar com directas em cima de directas).
5 - Não ter orientação nem consideração e respeito visíveis, por parte de toda a representação política!
6 - Ter as obrigações de qualquer outra cidadão que trabalhe, na condição de aceitar não usufruir de direitos sociais e de respeitar o ponto 7.
7 - Recomeçar no ponto 1

Com respeito áqueles que trabalham, desejo a todos, um excelente "Dia do Empregado do Dinheiro".

Aos políticos, economistas e outros acomodados, desejo um dia cheio de trabalho, tendo para o efeito, os senhores que sair á rua e fazer algo que se veja!

Cumprimentos ao Senhor Doutor Capital Económico e marionetes...

Rir faz bem à saúde...
Cena do filme "Le Tatoué" (1968)
"Au Sujet Du Modigliani..."


Assista aqui a um riso contagiante ( e ria-se... ninguém vê).

24.4.09

Pós 25 de Abril 2009 em Portugal?
Refundidos e frustrados continuam a impedir a sua boa aplicação!


Os direitos dos cidadãos limitam-se à sua intervenção individual e colectiva, na sociedade instável presente, considerando o estado de repouso de todo o cenário cívico.
(Pierrot le fou 2009)

DIREITOS 1948: AQUI

Os partidos políticos auto-banalizaram-se, perderam definição e significado (ver legitimidade...) por vontade própria de dirigentes oportunistas, que com sua vaidade e egoísmo, não hesitaram em aceitar o posto de "imperador do seu território", na grande escala da pirâmide social ultrapassada.

A Economia adoeceu, o poder político projecta o diagnóstico!

Os Bancos tropeçam, o poder político encontra justificação e redefine a sua decadente autoridade!

O poder político é inócuo (mas continua a decidir), as ideologias dissipam-se no ambiente das permutas ocultas definidoras do presente imoral!

Os cidadãos têm que produzir logo ao nascer!

Longe de qualquer intervenção interessante, a maioria dos recenseados, no passado, votaram nos actores que mais os encantaram, e que só passaram a conhecer, em momentos de campanha na pretensão ao trono dos idiotas de reforma garantida.

Muitas são as pessoas que ouço dizer: "Eu não votarei nas próximas Legislativas!"
Aqui está a grande resolução para todos os nossos problemas!

Se temos sido governados por indivíduos eleitos por perto de um quinto da população, então... teremos a solução ideal, na ausência total nas urnas (ver Coreia do Norte... muito parecido), no direito cívico mais visível, notado até hoje, naquilo a que insistimos em chamar "democracia".

Bastariam 1500 votos para governar (continuar a vender) o povo português.

Lembre-se que o dinheiro que saiu de Portugal logo a seguir ao 25 de Abril de 1974, voltou em parte...mas com exigências condicionais, que redefiniram a "Política em Portugal"!
Muitas políticas de governação, que por cá têm sido "aplicadas" (...) funcionaram através consentimento de poderes ocultos (e assim têm funcionado muitos países pelo Mundo (ver Obscurantismo).

É verdade... Quem fez o 25 de Abril, foram os militares portugueses!
O povo "em geral",... continua encostado no sofá!

Viva Portugal!

Pierrot le fou

21.4.09

I´m Back!
A CULPA É CULPADA
(Interpretação-mea culpa? Caso resolvido)



A culpa é do Governo!
A culpa é dos ministros!
A culpa é dos que não produzem riqueza!
A culpa é dos professores!
A culpa é dos médicos!
A culpa é dos estudantes!
A culpa é do povo português!
A culpa é dos comodistas!
A culpa é dos funcionários públicos!
A culpa é dos outros!!!
A culpa é culpada!

A culpa é dos Bancos!
A culpa é dos lobbys!
A culpa é dos estrangeiros!
A culpa é do dinheiro!
A culpa é dos empresários!
A culpa é dos trabalhadores!
A culpa é dos vaidosos endividados!
A culpa é sempre do outro!
A culpa é da tolerância!

A culpa é da desculpa!
A culpa é culpada!!!


No Grande Tribunal do povo, todos somos acusadores oficiais e reconhecidos, todos sabemos apontar o dedo, todos oferecemos (ou passamos) de bom grado, as nossas responsabilidades e civismo ao próximo.
Na era do negócio global politizado, partilhado por intérpretes que em uníssono repetem a velha cantiga do mercantilismo (import-export), enquanto "ordem de trabalhos" exclusiva, adaptada aos interesses e capacidades limitadas às suas condições académico-sociais e posições consequentes nas grandes instituições, as decisões pesam na consciência dos indivíduos distantes ou isolados de qualquer poder organizado, justificando-se assim, o tom acusatório adoptado pela plebe servidora do metabolismo sugerido.
Imaginemos num agregado familiar, onde o Estado, que tem o poder de decisão, obrigações e deveres, seria "o pai" e o povo com obrigações e deveres (sem poder) seria o filho de 5 anos, o curto diálogo seguinte:

- Pai, diz o filho.
- Sim? responde o pai.
- Tenho fome!
- Não há comida!!

(Vamos continuar, agora à político!)

- Mas... sinto-me fraco, preciso de comer...
- Então, há que exportar e importar!
- ...

E já está (caso resolvido)!
Perceberam, deduziram?

Será que o cidadão comum, consegue trabalhar, tratar dos filhos, pagar, pagar, pagar e pagar... e ainda por cima, tratar dos assuntos políticos do Mundo? Não cabe essa tarefa áqueles que foram eleitos?!
Ser pai e seu próprio filho em simultâneo?...

Farto de frases feitas, sem sentido, como: " A culpa não pode morrer solteira", pergunto:
"Como pode a culpa morrer solteira, se com ela todos nós vivemos em matrimónio conveniente?

Despeço-me cumprimentando a Senhora Professora Doutora Culpa e colaboradores (e outros culpados).

Deixo o link para uma música inocente... com boa disposição: aqui

Pierrot le fou