18.8.08

INTERPETAÇÃO GELADA DAS REPÚBLICAS DOS SENTADOS
(escrever por escrever)

"Pao leitura do azeite electrico demasiado alto para o nivel do pescoço italiano da torre emblematica do sofrimento alheio da padaria brilhante que rodeia as luzes dum livro acabado de começar a corrida para o melhor da sua rua propria no ramo da industria do ensino basico adornado pelas condutas do oceano atlantico preservado pelos misterios da ciencia do dia a dia por nos vividos atraves do pensamento comum prateado na escadaria inclinada representativa da fome dos negocios internos da galeria desfasada que fala na vez dos outros".

Sem acentos e pontuação, o texto acima torna-se tão lógico quanto a grande parte daquilo que à nossa volta vai acontecendo na politica, tendência moderna para imbecis sem capacidade para gerir uma oficina, quanto mais um país.
Abstracto, louco, adolescente, insólito ou mesmo irreverente, o texto que puderam ler (até pode ter significado...quem sabe?), não revela nada mais que “escrita só para escrever” , sem objectivo algum, tal como nas “Raves” das Assembleias das Repúblicas, quando se trata de resolver aquilo que ainda está por resolver.

Se pelo Tribunal Constitucional de determinado pais, aparecesse uma proposta demente que propusesse a obrigatoriedade de exames para aprovação dos idiotas candidatos a rei, deputado, ministro ou até mesmo, fofoca dos corredores das prestigiadas assembleias das várias repúblicas constituídas até hoje, o estágio não remunerado de doze meses seria certamente válido nos portões de acesso ao grau da fama dos vaidosos de crânio desidratado.
Enquanto a lei, os direitos e todas as decisões dependerem de académicos sentados, os povos do mundo limitam-se a mastigar as migalhas que lhes sugerem.

Bom apetite,

Pierrot le fou