24.7.08

TRABALHADORES INDEPENDENTES SEM DIREITOS EM PORTUGAL
artigo 23º da Declaração Universal dos Direitos do Homem


O governo português adora apontar para o passado para disfarçar ou justificar os seus ridículos erros no presente, que se não fossem representativos de assuntos importantes do nosso pais por resolver, talvez nos levasse(m) a rir um pouco (como os senhores deputados em geral, tão bem sabem fazer).
Querendo fazer-se passar por sabe-se lá o quê (tudo menos filosofo....), o nosso primeiro ministro, já por várias vezes tropeçou em rasteiras por ele próprio criadas, factos a que pudemos assistir na imprensa em geral.
Se a nova proposta |ver aqui| que pretende facilitar a vida aos Trabalhadores Independentes avançar, os usurpadores da República, mais uma vez tiram dum buraco para tapar outro (a técnica do lençol...).
Não fiquemos por aqui, sabendo que nem todas as empresas (PME) podem suportar mais estes 5, 6, 7,4% ou seja qual for a percentagem de encargos sociais, observamos mais uma vez que as grandes ideias destas pessoas parecem depender da sua limitada inteligência, já por nós conhecida.
Então e o desemprego dos Trabalhadores Independentes?... não abordam essa injustiça do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, que actua em violação e desrespeito pelo artigo 23º da Declaração Universal dos Direitos do Homem??
É logo um principio, quando se finge ignorar ou se ironiza sobre instituições fundamentais que surgiram em nome dos direitos dos cidadãos do mundo, basta integrar o grupo certo... torna-se assim fácil a qualquer individuo que nunca trabalhou, de diploma debaixo do braço, chegar ao poleiro, sentir prestígio e começar a decidir.
Para igualdade dos direitos de todos aqueles que trabalham, deve quem tem poder para isso, decidir melhorar as condições e direitos dos Trabalhadores Independentes, que não conseguem empréstimos para habitação, não recebem nada quando estão desempregados, mantendo-se obrigados a pagar os "impostos sociais", não têm direito a férias (o Estado não tem nem quer vir a ter despesas algumas com trabalhadores independentes)...
Considerando os últimos governos e o tal em vigor, que actuaram enquanto "Pilatos" até ao dia de hoje, responsáveis pela péssima gestão continua de Portugal, não podemos aceitar que nos imponham obrigações, que em nada nos servem enquanto contribuintes pagadores dos direitos dos outros e das reformas dos "bem colocados".
Criem um regime adequado à realidade específica de cada tipo de serviço, depois poderão criar escalões sociais proporcionais às várias realidades para cada sector.
Imaginar um político a agir num sentido mais humano é pedir demasiado às bactérias da falsa diplomacia, que não querem pensar muito (Se assim já ganham bem, para que é que iriam estes vermes ter que trabalhar??!)...

Artigo 23 ° (Declaração Universal dos Direitos do Homem, 10 de Dezembro de 1948)
1. Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego.


Passando por dificuldades? O Estado não tem nada a ver com isso!
Um exempo de Direitos dos Trabalhadores Independentes |aqui|