25.6.08

CENTRO DE CIÊNCIA VIVA DE TAVIRA EXEMPLAR
IDEIAS ECONÓMICAS QUE RESPEITAM O AMBIENTE, PODEM "REFLECTIR" SISTEMAS DO FUTURO


Clique |aqui| para ver como coisas pequenas e simples se tornam exemplo daquilo que sendo hoje elementos de base pouco reconhecidos, passarão sem dúvida a ser soluções a adoptar e a desenvolver no futuro, para um ambiente mais saudável e inteligência económica proporcional nas grandes decisões dos países capitalistas do mundo.
Parabéns ao Centro de Ciência Viva de Tavira, parabéns às pessoas que desenvolvem este trabalho e a todos os que apoiam este projecto, onde o orçamento aplicado (se justo e suficiente) se justificará por defeito.

Mais uma notícia |aqui|

Pierrot le fou

ALLGARVE, ALGARVE DE TODAS AS AVES DE RAPINA

ALLGARVE sem o consentimento dos algarvios, que considero serem não só os nativos desta fruitiva e alimentícia região para aquele bicho de mil estômagos, por nós conhecido pelo nome de “Orçamento de Estado”, mas sim todos os que habitam e fazem viver esta linda parte de Portugal.
Allgarve implica não só uma alteração morfológica da palavra que adopta aqui uma posição de “espécie de adjectivo ilegal” ("nome-adjectivo" não é igual a "substantivo-adjectivo"!......qualidade da palavra....).
Estará esta alteração deliberada e de interesse reservado, incluída no prematuro léxico da nova inquisição cultural que nos impõe o tal acordo lusófono, supostamente tão benéfico para a manutenção da expressão e cultura portuguesa no mundo ou mesmo em PORTUGALL?
Certo mesmo, é que no “ALGARVE” (peço desculpa mas a tentação foi enorme e acabei por escrever ALGARVE só com um “L”, se calhar sou menos português por causa disso...), para o verão 2008, existe uma programação cultural idealizada e projectada fora da região, onde a sua preparação foi sem hesitação alguma elaborada por um colectivo de ratazanas (rattus norvegicus!) que formam o GOPDPLGPPCA (Grupo Operacional Para Distracção dos Provincianos, de Lucro Garantido Para o Poder Central e Amigos Interesseiros).
(É IMPORTANTE, TODOS NÓS GOSTAMOS DE VER UM BOM CONCERTO MAS...)
A cultura acontece mais uma vez sem consultar agentes, artistas, empresas, valores locais, profissionais do espectáculo, elementos de todas as áreas possíveis, no Algarve (mais uma vez com um "L", ups!...) para um perfeito desenrolar dum programa cultural que para seu enriquecimento e legitimidade, tudo ganharia num gesto natural de consideração por todos os habitantes dum “sítio” onde as pessoas já só sentem servir um Orçamento e lucros de caras desconhecidas, que ainda por cima aparecem com ar de “sabe-tudo”, aspecto este que nos leva a duvidar ainda mais da intenção inicial de todo o acontecimento que aqui cai de para-quedas, descaradamente e ao contrário de qualquer militar das forças armadas, onde bem sabemos haver um Juramento de Bandeira levado muito a sério.
O ALLGARVE vem servir os algarvios e os turistas, ou vem servir uma máquina lucrativa para uma pretensão governamental que despreza aquilo que deveria estimar e enriquecer no dia-a-dia?
É importante que em Portugal, a cultura tenha uma posição de afirmação e não de dependência estrutural, por isso impõe-se mesmo um novo olhar sobre a importância destes grandes orçamentos de lucro pré-destinado,que por aí passeiam com ar angélico e que só as pessoas mais informadas sabem ser qualquer coisa da família da farsa dos prepotentes e oportunistas.
Com ou sem orçamento do poder central, no Algarve continuará sempre a haver espectáculos, desporto e ciência,....os valores não se confundem no meio dessas reuniões nas catacumbas da realidade.
Pergunte-se a si mesmo: “Fui ver dez concertos, que bom...mas aonde estão os artistas da minha terra, terão lucrado alguma coisa,....e eu, e nós?” (isto tudo não passa de dinheiro....mas parece que tem que ser assim).

É verdade que precisamos de concertos no Algarve mas assim??


Pierrot le fou

12.6.08

PIERROT PUERIL?


Porquê mamã?... Porque é que....?

*Porque é que temos super letrados em Portugal?

Para se afirmarem numa comunidade restrita, somente capaz de constatar através de crítica televisiva no melhor dos casos?

*Que poder tem um cidadão para se interpor às más práticas da política em Portugal?
Uma cartinha para fazer rir um colectivo em Conselho de Ministros?

*Face a tantas directivas da UE, como saber distinguir conveniência ou submissão nas decisões lançadas pelos supostos responsáveis pela governação do nosso pais?
Seguindo os acontecimentos políticos ainda de mais perto, deixando os nossos trabalhos, prescindindo do nosso “ganha-pão”, para passar a assistir à telenovela do canal Parlamento nos dias úteis?

*Para que servem as greves, mesmo quando legais?
Para alguém poder divergir na projecção das estatísticas relativas à adesão dos interessados ou para alimentar a matéria manipulável para os media?

*Porque é que as pessoas do governo português falam sempre de modelos estrangeiros no momento em que se torna primordial, intervir na nossa realidade bem distinta?
Porque não têm capacidade alguma para criar modelos próprios, que para melhorar Portugal, poderiam fragilizar as suas actuais prestigiadas posições e reformas pessoais?
(logo continua)
Pierrot le fou

EURO 2OO8 - Derrota tradicional (tradição é tradição)

PERPÉTUO FUTEBOL EUROPEU
CAPITALISMO 1-0 POVO

O breve relato que poderão ler mais abaixo, nada tem a ver com a realidade.
As entidades aqui citadas não existem, são fruto da criatividade e imaginação dos leitores-interpretadores deste curto texto que não pretende chocar almas sensíveis à existência de pobres cidadãos do mundo.
(Aqui, a “bola” representa o €uro (a moeda) e a “baliza” o grande cofre do Banco Central Europeu)...

- “....O Estado portugês recebe a bola, passa a bola ao Banco de Portugal, o povo não consegue tocar na bola. O Banco e Portugal passa a bola ao Governo, o Governo passa a bola ao Banco de Portugal e o povo não consegue tocar na bola, o Banco de Portugal passa a bola aos Bancos em Portugal, os Bancos em Portugal passam a bola às grandes Empresas, o povo consegue tocar-lhe por por pouco tempo mas perde a bola.
As grandes Empresas passam a bola ao Offshore, Offshore passa a bola à grande Família de Banqueiros, grandes Empresários, e governantes disto e daquilo e amigos, rematam e.......Goooooooooooooooooooooolo!!! ......Golo, Golo, Golo!!!”

(Recomeça):

- “....O Estado portugês recebe a bola, passa a bola ao Banco de Portugal, o povo não consegue tocar na bola. O Banco e Portugal passa a bola ao Governo, o Governo passa a bola ao Banco de Portugal e o povo não consegue tocar na bola, o Banco de Portugal passa a bola aos Bancos em Portugal, os Bancos em Portugal passam a bola às grandes Empresas, o povo consegue tocar-lhe por por pouco tempo mas perde a bola.
As grandes Empresas passam a bola ao Offshore, Offshore passa a bola à grande Família de Banqueiros, grandes Empresários, e governantes disto e daquilo e amigos, rematam e.......Goooooooooooooooooooooolo!!! ......Golo, Golo, Golo!!!"

(e....):

- “....O Estado portugês recebe a bola, passa a bola ao Banco de Portugal, o povo não consegue tocar na bola. O Banco e Portugal passa a bola ao Governo, o Governo passa a bola ao Banco de Portugal e o povo não consegue tocar na bola, o Banco de Portugal passa a bola aos Bancos em Portugal, os Bancos em Portugal passam a bola às grandes Empresas, o povo consegue tocar-lhe por por pouco tempo mas perde a bola.
As grandes Empresas passam a bola ao Offshore, Offshore passa a bola à grande Família de Banqueiros, grandes Empresários, e governantes disto e daquilo e amigos, rematam e.......Goooooooooooooooooooooolo!!! ......Golo, Golo, Golo!!!"

(recicla...)

Pierrot le fou